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Gente - 28/07/2010 - 16:00
Quem morreu fui eu, diz Cissa Guimarães à revista

A sensação que tenho é de que meu filho está mais vivo do que nunca. Quem morreu fui eu. Estamos falando da minha morte, afirmou Cissa Guimarães à revista Quem Acontece sobre a morte do seu filho Rafael Mascarenhas, 18, que foi atropelado quando andava de skate em um túnel fechado na zona sul do Rio.

A atriz também falou sobre o suposto pagamento de suborno aos policiais por Rafael Bussamra, que atropelou Mascarenhas.

Eu tenho mais pesar desse pai, dessa mãe, desse menino, por terem tido esse tipo de atitude. A vida deles está mais destruída do que a minha. Eu tenho luz, sou iluminada. Eles estão nas trevas, na escuridão total, disse à revista.

Ontem, a atriz, os irmãos Tomáz e João Velhos e o pai, o músico Raul Mascarenhas, acompanharam a missa de sétimo dia da morte de Rafael e não falaram com a imprensa.

A cerimônia lotou a igreja de Nossa Senhora da Paz, em Ipanema (zona sul do Rio). Celebrada pelo padre Omar Raposo, a missa começou às 19h40, durou cerca de uma hora e 15 minutos e foi prestigiada por muitos artistas, como Glória Pires, Carolina Dieckmann e Silvia Pfeiffer.

O momento mais emocionante foi a participação dos irmãos, disse a atriz Zezé Motta. Os dois irmãos de Rafael leram textos sobre as lembranças e a saudade do irmão.

Estive no Leblon e lembrei de você. O Rio não é mais o mesmo sem você. Estou aprendendo muito com esse vazio que ficou. Que onde você estiver tenha carinho, amparo, amor e música, porque a música aqui agora é o silêncio, discursou Thomaz.

Eu sempre chamava ele de prego,e ele levava isso a sério. Rafael, você é um homem sábio, maravilhoso. Você é a ovelha branca da família, afirmou João.



Fonte: 24HorasNews

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